LIBERALISMO A única saída para o Brasil
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FRENTE PARLAMENTAR DA BIOECONOMIA EM AÇÃO

O papel da bioeconomia na 4ª Revolução Industrial

 

 

O deputado federal Paulo Ganime participou na Universidade Veiga de Almeida – UVA, Campus Tijuca, do “Seminário de Economia Contemporânea, Sustentável e Inovação”, no último dia 14, no Rio de Janeiro.
O evento contou com apresentação de palestras, aprimoramento acadêmico de estudantes, divulgação do curso de Ciências Econômicas e oficinas sobre como “Planejar as Finanças”, com Rafael Szabó; e “Análise e diversificação de investimentos na contemporaneidade”, com André da Silva Alencar.
Como público alvo do Seminário, alunos do curso de graduação em Ciências Econômicas, Processos Gerenciais, Gestão Comercial, Negócios Imobiliários, Administração e Gestão de Recursos Humanos, pós-graduação, professores, profissionais e ex-alunos.
Ganime que é presidente da Frente Parlamentar Mista pela Inovação na Bioeconomia da Câmara dos Deputados, participou do painel “O papel da Bioeconomia na 4ª Revolução Industrial”.
Ele acredita que o Brasil tem que atuar como propulsor no setor da bioeconomia.
“O Brasil precisa abraçar com força essa oportunidade, para se tornar referência no tema. Senão o fizer, será um desperdício. O país dispõe de recursos e vocação para ser líder”, afirmou.

 

 

 

 

 

 

 

Capacitação em Bioeconomia Avançada SENAI

 

A Frente Parlamentar Mista pela Inovação da Bioeconomia (FPBioeconomia) promoveu, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), capacitação em Bioeconomia com o tema “A nova economia baseada em recursos biológicos renováveis”, ministrado pelo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)  José Vítor Bomtempo, no dia 25 de setembro.

Os setores da Bioeconomia ainda são emergentes e sem estrutura industrial definida, logo apresentam a dinâmica de concorrência com base em inovação.

“O curso foi muito importante para falarmos sobre o tema, tentando fazer com que todas as pessoas que estão trabalhando na Frente, sejam parlamentares ou assessores, conheçam melhor o tema e para que tenhamos um nivelamento, para fazermos com que o tema seja mais divulgado e para que mais gente entenda o que é Bioeconomia”, considerou o deputado federal Paulo Ganime, presidente da FPBioeconomia.

As empresas de diferentes setores e diferentes bases de conhecimento estão em competição para construir a Bioeconomia. As novas atividades representam oportunidades para novos competidores, empresas e países.

Mas a estrutura dessas atividades ainda não está definida e a competição é baseada em inovação. Novas matérias-primas, novas tecnologias de conversão, novos produtos e novos modelos de negócio estão sendo testados e aprimorados.

O professor Bomtempo explanou os 5 pontos chave da Bioeconomia: Recursos biológicos renováveis ou biomassas; Tratamento e conversão desses recursos; E dos rejeitos/resíduos dessa conversão (Economia Circular); Produtos de valor e inovação e sustentabilidade.

“O Brasil precisa liderar na criação de tecnologias inovadoras e sustentáveis”, finalizou o presidente da FPBioeconomia.

 

 

O papel dos recursos genéticos e biotecnologia para a bioeconomia – EMBRAPA

 

 

No último dia 26, em Brasília, o deputado federal Paulo Ganime palestrou no 1º Seminário em Bioeconomia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.

O parlamentar falou sobre a atuação da Frente Parlamentar Mista pela Inovação na Bioeconomia (FPBioeconomia), da qual é presidente.

Um dos objetivos da Frente é consolidar o Brasil como um líder e referência (bio)tecnológica na transição global para uma economia circular de baixo carbono, um pacto entre a natureza e a sociedade que traz ao Brasil desenvolvimento econômico, sustentável e inovador.

“Nós temos a bioeconomia como resposta para termos um futuro sustentável no qual a sociedade, o meio ambiente e a economia convivem e prosperam juntos”, acredita Ganime.

A FPBioeconomia irá complementar as atividades relacionadas à agroeconomia no Congresso Nacional fomentando trabalhos que enfocam a perspectiva industrial e de inovação da bioeconomia.

“O Brasil precisa ter políticas que propiciem o desenvolvimento científico, econômico e ambiental neste tema em que temos tamanho potencial”, finalizou Ganime.

 

 

 

Fotos: Talles Kunzler

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